Dedicar uma música do Michael Bolton à pessoa amada.
A sério que ninguém merece.
sexta-feira, 31 de outubro de 2014
Isto há de ter uma explicação coentífica qualquer...
O quê?
A atração irresistível e incontrolável e irracional dos bebés por comandos de televisão...
Nunca conheci nenhum que não tivesse esta paranoia e lá em casa estão sempre todos que metem nojo... Todos sempre babados e lambidos e mordidos e o caraças... Deusmalibre... Com carradas de brinquedos com carradas de ISOs, para o tamanho das peças, para a toxicidade das tintas... Mas não... Diz que o que é mesmo fixe são os comandos. Enfim...
quinta-feira, 30 de outubro de 2014
Amanhã vão comemorar o Halloween no colégio...
Vai ser linda a festa pah... Vai haver um lanche com carradas de doces e aos meninos foi-lhes pedido para levarem os acessórios que quisessem... Já estou mesmo a ver: abóboras e aranhas por todo o lado, bruxas, fantasmas, esqueletos e vampiros a correr histéricos com o excesso de açucar... Tenho imensa pena (not!) de ser só para as crianças, de os pais não terem sido convidados.
E os cá de casa, o que vão levar?
O Baby... Bom... O Baby vai levar os seus próprios dentes. Ponto.
quarta-feira, 29 de outubro de 2014
Fez hoje um ano que me vi reduzida a metade...
E uma metade é uma metade. Uma metade é uma unidade amputada. E dói como se tivesse sido ontem. E pronto. É isso!
terça-feira, 28 de outubro de 2014
Os meus comentadores põe-me a pensar em coisas muito estranhas...
Cenário (Vamos esquecer miudezas, ok?):
Quereis muito adoptar uma criança. Iniciais o processo em duas instituições distintas ao mesmo tempo (sim, sei que é impossível, pelo menos aqui em Portugal, mas isto sou só eu aqui a inventar).
No mesmo dia cada uma das instituições diz-vos que tem uma criança para vos apresentar. Ides conhecer as duas. Gostais igualmente das duas. Uma tem três meses e sabeis que é filha do Dexter e da Hannah Mackay. A outra tem dois anos recém feitos e genética sem nada a salientar, mas viveu toda a sua (curta) vida num ambiente disfuncional (pai batia à mãe, mãe berrava ao pai, panelas a voar, a criança a assitir a tudo... bom... estais a ver, não é?). Nenhuma das crianças foi fisicamente mal tratada e qualquer uma das duas será rapidamente adoptada por pessoas tão capazes como vós.
Qual "escolhieis"? (Desculpai a crueza da semântica mas é mesmo disto que se trata.)
Mais uma vez isto sou eu aqui a inventar sem ter opinião formada sobre o assunto...
Teria muita piada se não fosse comigo... #10
Farmácia completamente apinhada, 18 horas. Tirei senha, fui à frutaria e quando regressei ainda tive que esperar um bocado.
O farmacêutico que nos atendeu tremia como varas verdes do nervoso que estava. Nunca o tinha visto, deve ter sido o primeiro dia de trabalho ou coisa que o valha. Pediu ajuda aos colegas, enganou-se no que pedi, teve dificuldades com o número de cliente, teve de recomeçar, voltou a enganar-se... Rapaz novo, muito novo, pequeno... Sei lá, 60 kg de gente, digo eu. E ele tremia todo atrapalhado e pedia desculpa e tremia... Eu sorria-lhe e dizia-lhe que não havia problema nenhum - é que aquilo do "Não faças aos outros o que não gostavas que te fizessem a ti" é uma cena que me assiste, como dizia o outro. O Jr. começa a ficar impaciente. Diz-me que quer ver... Sento-o no balcão e passo-lhe o cartão MB para a mão. Mais um bocado que o número de cliente outra vez não sei o quê e o sistema não sei que mais... O farmacêutico pede, finalmente, o cartão para fazer o pagamento mas o miúdo não se dá conta.
[NM, que raramente usa títulos, mas bom... O rapaz estava tão nervoso...] Dá o cartão ao senhor doutor filho...
[Jr., alto e bom som e muito admirado] Mas... ISTO é doutor???
(...)
"Isto"??? "Isto"??? (Obviamente que não teve nada de pejorativo... Obviamente! Ele é que ainda tem dificuldades com o português e para ele "doutor" é um médico.) Mas porra pah... "Isto"?? E o rapaz tão novo e tão nervoso... "Isto"... Oh God... Terra engole-me!
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