quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Então Pipinha, meu doce...


E olha que nem sequer sou eu que o digo... 









Vês... Apareces em primeiro em todas as pesquisas, meu anjo... Vá, vá... Toca a levantar essa carinha laroca. Ânimo!

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Duas coisas que me apetece dizer sobre isso da "civilização"...

E que se me ocorreram a propósito de um comentário que deixei aqui, disto (na Alemanha) e disto (na Suécia). 

Se aquilo do elevador acontecesse na terrinha onde nasci e cresci, terrinha essa em cujo distrito os níveis de iliteracia envergonham, terrinha essa de gente bruta e pouco civilizada, diriam os doutos da cidade grande... Nessa terrinha, dizia eu, o fdp que violentasse uma mullher num elevador dessa tal terrinha... Levava que contar, ah pois levava... E quem diz "o que contar" diz uns valentes safanões... Só assim naquela, para aprender que não se bate aos mais fracos... Apostaria que o racio seria de 1 para 53, mas de gente que NÃO reagiria (e reagir não significa, obviamente, confrontar fisicamente o agressor; significa, por exemplo, gritar à saída do elevador, procurar polícia, qualquer coisa...). Mas pronto... Isso será, certamente, coisa de gente pouco civilizada...

E depois também me lembrei que no meu tempo, saída da tal terrinha com 18 anos recém feitos para ir estudar para a cidade grande, sozinha num apartamento - com grandes liberdades vêm grandes responsabilidades e eu sempre o soube... Mas dizia eu - arre que isto hoje a mente escapa-se-me com facilidade e tivesse eu vagar passava aqui a noite a escrever, que aos 18 anos viajava muito, às sextas ao fim da tarde para um lado e ao Domingo à noite no sentido inverso... Também ia a outros sítios. Sempre de transportes públicos. Fartei-me de passear caraças.... Mas, dizia eu, que quando viajava de comboio os meus pais e o meu namorado da altura (agora meu orgulhoso marido) sempre me diziam: "Procura uma carruagem com militares... Podes ouvir umas bocas... Vais certamente ouvir umas bocas... Mas podes ter a certeza que nada de mal te acontece. Eles ajudam-te se precisares..." E toda a gente sabia que os "tropinhas"... Bom... Os tropinhas não primavam pelo... hum... saber estar... Toda a gente sabia que os "tropinhas" era gente... pouco civilizada, no fundo.

E quando penso nisto... Quando penso que há um tipo de almejada "civilização" que mais não é que um umbiguismo autista... Não... Esse tipo de "civilização" eu dispenso. 

Acho que consigo educar os meus filhos para que umas bocas não lhe façam mossa no carácter, já o educá-los para viverem numa sociedade em que ninguém lhes estenderá a mão se eles precisarem... Porra... Isso eu não consigo!

A panca que eu tenho por dióspiros...

É em tudo semelhante à do meu filho mais velho por romãs...

Estais a ver uma romã? Pronto. Eu demoro aí uns 4 minutos a descascá-la. Ele come-a em 2.


Por falar nisso... Era para lá de espetacular que alguém tivesse uma técnica xpto para as descascar que aquilo é coisa para me bulir com os nervos.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Adoro dióspiros.

Adoro. Daqueles de comer à colher. Nham, nham... Vinte e sete vezes nham!

Pronto, era só!

(Até vos passais com a pertinência dos meus posts, verdade?)


Engordam de caraças os estupores do demo, não é? Raistaparta...

O dia...

Em que se te entope a banca e, quase simultaneamente, se te avaria a máquina de lavar louça... É um dia de cocó!

Estais a ver os pratinhos da fruta e os pires das chávenas? Pois... Algo me diz que cá em casa vão andar longe da vista durante uns tempinhos...

domingo, 30 de novembro de 2014

A atitude que mais asco me causa...

O não prestar auxílio... O olhar para o lado e fingir que não se vê.

Sim, há quem sofra e até morra em virtude de só ter querido ajudar... Pois há... Mas também há quem morra atropelado por um autocarro ou com um bocado de bife entalado na garganta... Há quem morra a fazer bungee jumping ou a nadar com tubarões... Cada um saberá porque vale a pena arriscar a vida, sendo certo que há uma aleatoriedade cósmica nisso de deixar este mundo...

Pouco mais seremos que hienas quando viramos a cara a alguém aflito e o (quase) certo é que, mais dia menos dia, seremos nós a gritar... E nesse dia vamos querer muito que alguém se importe e assuma o risco por nós, pela nossa vida.

Já perdi a conta à quantidade de vezes que já me disseram que o meu não virar de cara ainda me ia trazer "problemas"... Recordo-me de o ter ouvido da minha professora primária. E sim, em virtude disso já ouvi o que não queria e já senti medo. Nunca me arrependi. 
Não digo que nunca virarei a cara... Eu nunca digo nunca, aliás. Mas digo que sentirei vergonha de mim, profunda vergonha, no dia que o fizer.

Eu também só escrevia em Latex...

Mas depois cresci e aprendi a resistir à pressão de grupo.

E tirando a questão das fórmulas (o que nalguns trabalhos me "obriga" mesmo a usar o Latex), a maleabilidade e portabilidade do Word não tem paralelo.

Na minha opinião, claro. (Está subjacente não está? Se o blogue é meu e só eu é que cá escrevo, a opinião não haveria de ser do vizinho, ora não?... Mas bom... Nunca fiando...)