terça-feira, 8 de abril de 2014

Vim agora de um desses blogues da felicidade e...

Não exageremos,  não?

1) Quando falhamos a nossa vida tende a mudar para pior.

2) O nosso sucesso fica provado quando conseguimos.

3) A única diferença entre uma pessoa extremamente bem sucedida e aquelas que não o são é que as primeiras raramente falham.

segunda-feira, 7 de abril de 2014

É oficial...

Nesta casa três (em quatro) precisam de fazer dieta*...

O que é estranho é que o um (em quatro) que não precisa é aquele que hoje me respondeu "Cerelac" quando lhe perguntei o que ia querer de sobremesa**...

* No Baby é mais um "controlo" vá...

** Sim, depois de jantar como gente grande o Jr. comeu uma tachada de papa...

Eh pá, tão bom...

Tão bom não haver ninguém que faça o meu trabalho por mim e ter de interromper a minha licença para ir, ao que parece, salvar a pátria deixando em casa um bebé com menos de dois meses...

Tão bom ir levar o Jr. ao infantário e uma das suas coleguinhas perguntar-me, apontando para a minha barriga, se o bebé ainda não nasceu... Raistaparta as criancinhas...

Tão bom toda e qualquer pessoa que cumprimentei lá no meu trabalho ter comentado o meu ar cansado...

Ah... Tão bom!... 


Eh pá isto é muito nível...

Quando uma blogger já nem se dá ao trabalho de escrever, quando se limita a mandar o tema para o ar para os fregueses fazerem o arraial... Pffff... RESPECT!

domingo, 6 de abril de 2014

It's a bird? It's a plane?

No, it's Superman!


Ou então não!


Mas à 2ª tentativa já correu melhor... E sem capa!...


(Sim, sim, nós somos pelas brincadeiras parvas!)

True story

Numa aldeia de Miranda do Douro o padre da terra atropelou um miúdo de 8 anos que, como todos por aquelas bandas, anda à vontadinha pelas ruas... O carro apanhou o miúdo de raspão que, não se sabendo muito bem como, voou quatro ou cinco metros. Apesar do aparato do acidente a criança "só" sofreu umas escoriações sem importância.

[Amiga de NM] Então Manel? Foste atropelado?

[Manel] Fui pá... A minha sorte foi que foi pelo padre, senão olha... Bem me tinha fodido!

(...)