Tenho cada vez menos paciência para coisas poucochinhas... Problemazinhos, birrinhas, orgulhosinhos, egozinhos, queixinhas, raivinhas, pessoínhas... Tenho o " Como queira..." cada vez mais na ponta da língua, o virar de costas cada vez mais rápido e assertivo.
Tenho cada vez mais presente que o tempo é o meu bem mais precioso... E este é o meu tempo. Pouco posso deixar para depois.
Não tenho vagar para merdinhas, nem tralhas, nem não-assuntos como agora se diz aqui pelos blogues. Se for preciso carrego às costas quem comigo arregaça as mangas... Os que só veem problemas em tudo, os que se limitam a apontar o dedo e a dizer "isso vai correr mal" sem no entanto apresentarem alternativas... Os que não mexem uma palha para sair da mediocridade que lhes assiste... Lamento, mas para esses não tenho vagar. Já tempos houve em que me dava ao trabalho, que explicava e ouvia pacientemente. Talvez um dia essa disposição volte, mas por agora é o que há... Só faz falta quem está, mais valem poucos mas bons e isso.
Profissionalmente este é o meu tempo. Familiarmente também. Não me posso permitir carregar tralha, que afinal preciso das costas para os essenciais que não são assim tão poucos.
Corro à biqueirada o bota-abaixismo... Ou é para levarmos isto em frente e em condições ou façam favor de se desviar que, lá está, falta-me o vagar para cousinhas...