sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016
Eu já tinha visto animais a usar ferramentas para executar tarefas simples...
Mas animais a jogar à bola é a primeira vez.
Ontem tive reunião com a educadora do Baby...
E tudo bem, obrigada! Diz que é um animal social, sempre pronto para a (inter)acção. Desenvolto na fala. Lá está, comunicador nato. Eu sempre disse que este meu filho ia falar cedo. E falou.
Já com o pote é que pronto... Ele até gosta de lá estar... Vê um livro e tal... Mas depois levanta-se, pede a "falda" e, enfim, faz o que tem a fazer.
De resto, tudo a andar como se quer.
Já no fim da reunião, comenta a educadora que ele tem andado muito "nojentinho", que detesta sujar as mãos, tocar em materiais com textura e consistência fora do habitual dele e que se suja a roupa diz que "tá xujo" e pede para trocar. Pintar com os dedos é para esquecer e para comer fruta é um 31, salva-se a banana e porque a segura pela casca. Cá agora sujar as mãos...
Com esta conversa nos despedimos, que era uma fase, que logo teria outra mania qualquer, que estava a correr tudo bem, um beijo e um queijo.
Já com um pé na rua, ouço a educadora chamar-me, a rir, que fosse espreitar o meu filho...
Estavam numa actividade. As crianças procuravam, super entusiasmadas, objetos escondidos numa caixa cheia de arroz. Procuravam avidamente. Todas, à excepção de uma, estavam com as mãos enfiadas no arroz. A excepção?! Oh well, a excepção revolvia entusiasticamente o arroz com a ajuda de uma colher de plástico.
"O Norte"
As pessoas da Grande Lisboa vão a Santarém, a Torres Vedras, a Tomar, a Évora, a Lagos, a Faro, a Vila Real de Santo António, a Beja, a Portalegre, a Santarém, a Setúbal, a Vila Nova de Mil Fontes ou a Leiria...
As pessoas da Grande Lisboa passam de Coimbra para cima e vão "ao Norte".
Está certo.
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016
Oh no, here we go again...
No carro.
[Jr., super herói, com a voz mais tranquila do mundo] Mãe... Perigo!
[NM] Perigo?! Mas perigo onde?!
[Jr.] Não sei, mas o meu cérebro apitou. É sinal de perigo.
[NM] Hã?
[Jr.] Agora tenho este super poder... O meu cérebro apita quando há perigo.
[NM] Mas tu estás a ver perigo nalgum lado?
[Jr.] Não. Mas o meu cérebro é mais poderoso que a minha vista...
(...)
Piiii....
[Jr., super herói, com a voz mais tranquila do mundo] Mãe... Perigo!
[NM] Perigo?! Mas perigo onde?!
[Jr.] Não sei, mas o meu cérebro apitou. É sinal de perigo.
[NM] Hã?
[Jr.] Agora tenho este super poder... O meu cérebro apita quando há perigo.
[NM] Mas tu estás a ver perigo nalgum lado?
[Jr.] Não. Mas o meu cérebro é mais poderoso que a minha vista...
(...)
Piiii....
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016
Isto de o tempo voar dá-me volta à cabeça e fico, enfim, confusa.
O Baby aponta e diz "Cao"!
Eu olho para ele, confusa, e digo-lhe que não, que não é um cão, que é uma vaca.
Baby olha, agora ele, confuso para mim.
Eu olho confusa para meu marido.
Marido olha confuso para mim... "Então?... "Cow"! Ele está a dizer "cow"."
Pronto, então está bem. É "cow", é.
Da matemática dos vernizes ou da nobre arte de perder tempo.
É inevitável, devo desperdiçar, em média, 1/4 de cada um dos meus vernizes.
Aquele fundinho... Oh cristo, aquele fundinho... Pronto, não dá. Ter de rodar o frasquinho para pintar cada unha; a inclinação milimétrica para que o verniz chegue ao pincel mas não se arrame... Não. Que se lixe. Aquele bocado ridículo de tinta não pode valer o camadão de nervos que se me acomete e, zau, lixo com o animal.
(É só comigo ou estamos juntas?)
Vai daí que me pus a pensar... O que se poderia fazer?!
(Pelo criador, como é que uma pessoa pode ficar de braços cruzados face a uma problemática destas? Pois. não pode.)
Carburei as sinapses e concluí (em segundos, ui, e vós sabeis lá o fina que sou) que o ideal seria isto:
Que é mais ou menos isto:
Mas depois... Para levar o mesmo volume de verniz, o frasco teria de ter o triplo da altura.
Ora, o frasco de verniz (parte de vidro) que estou a usar agora é um cilindro com 3 cm de altura e 2 cm de diâmetro. Assumindo o receptáculo cónico e o mesmo diâmetro, estaríamos a falar de um frasco de 9 cm de altura. Pois, não dá porque não teria estabilidade. Mas para um diâmetro de 3 cm (um quase nada a mais, que é como quem diz, 1 cm a mais), uma altura de 4 cm (outro quase nada, que é com quem diz outro cm) permitiria a mesmíssima quantidade de verniz, mas num frasco amigo da malta.
Mais... Se só se mexesse ali a 1 cm do fundo do frasco (que tenho para mim que já seria suficiente)
Bastava aumentar 7 mm à altura (e manter os 2 cm de diâmetro) ou, alternativamente, aumentar 3 mm ao diâmetro (e manter os 3 cm de altura) para se ter o mesmo volume de verniz.
E pronto. É isto.
Não estou a ver onde esteja a dificuldade.
Com frascos ligeiramente maiores resolvia-se a questão e eu (nós?) aumentaria(mos?) em 25% o tempo de vida útil de um verniz. (Um problema para quem vende, bem sei.)
domingo, 7 de fevereiro de 2016
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