quinta-feira, 30 de abril de 2015

Be magri?

No. Be fofi!


Porquê??? Mas porque é que coisas destas se cruzam na minha vida??

Eu bem trago maçãs mas... Oh well...




E depois há aqueles dias...

Em que só quero estar eu e o velhote... Sossegada no meu canto, com as melodias de sempre, a trabalhar o melhor que sei e consigo. Conversas e restantes interacções reduzidas ao mínimo e indispensável. 

Lá fora o tempo está cinzento. Cá dentro também. Não é necessariamente mau.


terça-feira, 28 de abril de 2015

"A minha mãe e eu."


E então? Hum? Sou gira, ou não?

Mãe de dois, hã! Prête attention...

Crime gastronómico.

Alheira frita com batatas fritas, arroz e ovo estrelado.

A primeira vez que vi tal coisa acho que tive uma ligeira apoplexia.

Ora vamos lá ver... A alheira cozinha-se grelhada (ou no forno) e serve-se com batatas cozidas e grelos, eventualmente e na loucura, com ovo cozido. Tudo regado com azeite do bom.

Sim. É assim e sem margem para discussão. E não me enerveis, hã, que o tema "fumeiro" é-me muito caro e ainda soltais a fera que há em mim.

Da simplicidade.

Domingo de manhã. Uma cama. Nós os quatro. Risos e beijos. Diz o Jr.:

- Aaaai... É tão bom estarmos vivos, não é?

(...)

É!

E depois crescemos, pensamos e exigimos mais, e, amiúde, estragamos tudo.

domingo, 26 de abril de 2015

Foi assim que eu vi acontecer.

Alguém prometeu controversa ventania para a próxima reunião, ui ui que aquilo é que ia ser. Outro alguém lembrou, olhos nos olhos, o reverso da medalha: que quem semeia ventos colhe tempestades e que isto, enfim, quem vai à guerra dá e leva.

O que prometera a ventania sentiu um calafrio na barriga e uma ligeira taquicardia, mas agora não havia volta a dar. Estava dito, estava dito e ficar desfocado na fotografia não era opção; nunca foi e há assuntos com os quais não se brinca. Alguma ventania tinha de haver, nem que fosse uma brisa, uma corrente de ar, um sopro... Isso! Ficar-se-ia pelo sopro!

Abençoado Google.... Foi só escrever "vela" para a situação se resolver nesse mesmo instante. Caramba... Que perspicácia! Ia fazer vítimas colaterais... Pois ia. Para aquilo parecer minimamente credível e não um plano B amanhado à pressa, se calhar tinha de apontar o dedo à tal da "vela" que o Google acabara de lhe apresentar, ainda que esta nunca lhe tivesse iluminado um dia, uma hora, um minuto que fosse. Mas bom, o que tem de ser tem muita força, e era aquela vela com cara que teria de se sujeitar ao vento em prol de uma imaculada (ainda que suada) imagem.

A anunciada ventania (na verdade um fraco sopro) lá aconteceu. O orador até pôs a figura da vela (em grande e em miniatura) no Powerpoint... De caminho foi irónico e fez piadolas, qual entertainer. E nós ali... A olhar para as velas... Não sabíamos onde, ou se, alumiavam o que quer que fosse, mas todos sabíamos que o lugar delas não era ali.

A mim deixou-me incomodada!

sábado, 25 de abril de 2015

Eu sofro muito...

Contextualizando: O Baby voltou a fazer febre. Ontem, aí por volta das 8 da noite e depois de passar o dia na escola, Tau! 39,2°C. Benuron, pois está claro. Passa a noite mais ou menos, mas acorda às 7h novamente com febre. Muita febre.
Hoje não havia hipótese de eu não ir trabalhar. Compromissos importantes e inadiáveis. É assim a vidinha.
Fica encarregue Estimado Homem de levar a criança ao pediatra. Com o coração nas mãos e depois de muitos "Por favor não saias de lá sem fazer análises, já vai para quinze dias com febre", lá vou eu à minha vida.
Depois de um telefonema rápido e com má cobertura com: "O médico não lhe encontra nada de anormal, mas vamos agora fazer recolha para análises à urina." eu continuo aflita e agoniada por não estar onde verdadeiramente devia estar. (Sim, sou um bocado galinhola.)

Preocupada, bastante preocupada, mando discretamente sms a perguntar então que tal. Eu sou a da direita e foi assim que aconteceu:


(...)

E é isto a minha vida!

O Baby? Pois... Nem sei que diga... Não voltou a fazer febre e não tem sinais (macro, pelo menos) de infeção... Amanhã é outro dia.