quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Por acaso estava a ser injusta...

Existe uma foto de nós a caminho da praia em que eu apareço.
De esguelha e tal, mas apareço.
Eu estive lá. Está documentado.



Moral da história.

A culpa foi da árvore e como esta morreu a justiça está, essencialmente, feita.

Estava para aqui entretida a ver as fotografias das férias...

E só me vem à ideia os meus filhos daqui a uns anos:

"E a mãe, onde estava?"

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Ninguém me tira da ideia que foi alguma praga que me rogaram por contribuir para a poluição (sonora, pelo menos, há que admiti-lo sem rodeios) da tal região a Sul no tal mês.

Que alma?!

Que alma é que é picada por uma - UMA! - melga (ou mosquito, ou o caraio, que alma nada sentiu) a uma Segunda (ali bem no meio das sobrancelhas que é para o povo todo poder apreciar devidamente o espectáculo), começando Terça ao fim da tarde (24 horas depois, note-se) a tal da mediana borbulha a crescer desalmadamente, começando a tal da alma a ser carinhosamente apelidada pelos seus amigos de "unicórnio"?

Que alma é que, tendo sido picada a uma Segunda entre as sobrancelhas, acorda Quarta completamente desfigurada, quase sem conseguir abrir os olhos. Com dificuldade em respirar, gânglios inchados e vista turva. Sem conseguir usar óculos de sol de tão inchado que tinha o nariz?

(...)

Resumo hospitalar:

- Shot de cortisona para a veia;
- Shot de anti histamina para a veia;
- Cinco dias de anti inflamatório 12h/12h;
- Dez dias de anti histamínico 12h/12h.
- Dez dias de pomada com anti histamínico e antibiótico 6h/6h.

(...)

Um mosquito. Um! Mosquito!

Que alma se permite a uma tareia de um mosquito?
Ou uma melga.
Ou o caraio.



quarta-feira, 2 de agosto de 2017