quarta-feira, 24 de maio de 2017

Contra factos...

Estimado marido é motoclista.
 
Diz que hoje foi por um triz que não foi abalroado por uma condutora que após três pontapés e um rotativo no código ainda lhe gritou um "ENTÃO?!" assertivo e carregadinho de não-razão.
Encontraram-se no semáforo em frente, marido parou ao lado e ainda lhe disse que ela poderia muito bem ter ficado sem carta graças à habilidade que tinha acabado de fazer.
Outra vez assertiva, mas desta vez carregadinha de razão, ela respondeu: "Pois podia, mas quem ia parar ao hospital eras tu."
 
E é isto.
 
Marido diz que não lhe espetou um banano porque era mulher. Ora, nem mais... Deito-me com um sexista e não sabia.

12 comentários:

  1. Contra factos há jumentos. Diz-me que insultou-a??? A primeira coisa que me veio à cabeça foi "grande vaca".

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    1. Não a insultou, não. Diz que foi embora para não lhe espetar um banano... Fico sempre lixada com este tipo de situações... Os trogoloditas hão de sempre ficar a achar que não se lhes responde porque se ficou sem resposta, ou com medo, ou o carai.

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    2. É um sexista muito bem educado e ponderado. Claro que vaca não teria chamado, mas palhaça...
      A semana passada, pela primeira vez mostrei o meu belo finger, após um animal me ter feito o mesmo. Ora excelentíssimo achou que era normalíssimo estar a empatar o transito na faixa da esquerda, para furar a fila da direita e assim seguir a sua vida (é de notar que quem cumpre regras, e fica a penar no trânsito é tanso!), claro que buzinei, ele no auge da sua razão faz-me esse gesto e eu tive que responder. Todas as sextas, TODAS!!! acontece isto no acesso à 25 de Abril! (o bom disto é que chego sempre maravilhosa e radiante aos sítios, metade das más energias vão embora por cada insulto que digo :D )

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    3. Eu, graças a todos os santinhos, nunca apanho trânsito. Tenho para mim que também era menina para aproveitar e desopilar fígados. :D

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  2. Isto fez-me lembrar uma cena que aconteceu comigo.
    Eu estava na passadeira. Atenção! eu não ia a entrar na passadeira, eu já lá estava, ou seja, ia a meio, já um carro tinha parado para me deixar passar, quando o da faixa contrária começa a apitar. Eu, parva que não podia acreditar que me estavam a apitar estando eu na passadeira, olho para o carro. Vejo o condutor e a gaja ao lado a barafustar e levantar os braços...
    A sério, há gente muito anormal.

    (e acho que se não tivesse de conduzir era uma pessoa menos stressada).

    Máxima

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    1. (Estaria sem travões e seria para começares a correr?! ;D)

      O trânsito enerva muito, enerva... Quando calha de o apanhar (felizmente não na minha rotina diária) fico logo toda nervosinha...

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  3. Ele que lhe esputasse na cara! Sem receios, problemas de género ou de consciência. Mas, sim, com o capacete pode ser complicado...

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  4. Pipocante Irrelevante Delirante26 de maio de 2017 00:26

    Vou fazer às capazes? Se fosse com um homem era fdp para baixo e uns sopapos. Tratamento diferenciado...

    PS: impressão minha ou o mulherio anda doido na estrada? Será por pensarem que nada lhes acontece?... não era assim.

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    1. O mulherio anda doido ou o povo geral anda doido? Hum... Ora vamos lá ver se não arranjamos já aqui um 31...

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    2. Pipocante Irrelevante Delirante29 de maio de 2017 10:34

      Os homens sempre se comportaram como doidos na estrada.
      Ou faz parte disso do feminismo imitar comportamentos masculinos pouco recomendáveis?
      Igualdade, cousaze.

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    3. Eu ando há um mês a treinar para conseguir fazer xixi em pé, por exemplo.

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