domingo, 11 de dezembro de 2016

O sarcasmo, ai o sarcasmo...

Estimado marido foi com o Jr., sobrinho e um amigo destes ao circo (calma, o meu irmão também estava... Algum dia uma homem se aventurava sozinho com três crianças?). Parece que estiveram uma hora à espera de entrar. (E aguentar crianças desta idade paradas à espera do que quer que seja, é o que se sabe.)

Ao chegarem a casa...

[NM] E então?! Portaram-se bem?

[Estimado marido] Portaram... Mas ainda tive de ralhar com o Jr. e o amigo que começaram a brincar às lutas enquanto estávamos à espera para entrar

[NM] O quê??!!! Às lutas???? Jr.??!!... Às lutas?!! Já te disse um milhão de vezes que não quero que brinques às lutas.

[Jr.] Mas parámos logo...

[NM] E depois brincastes ao quê?

[Jr.] Jogámos futebol...

[NM] E onde tinhas a bola?

[Jr.] Não tinha. Jogámos com pedras.

[NM] Com pedras?! A sério?!!! E tu deixaste?

[Estimado Marido] Deixei... O que eles queriam mesmo era sentarem-se a jogar xadrez com umas pedrinhas que encontraram...Umas brancas, outras pretas, o cavalinho, a torre... Mas depois o chão estava sujo, iam dar cabo das calças e eu lá os convenci a entreterem-se a dar chutos em pedras...

(...)

Não percebo.

Podiam ter jogado à sardinha, por exemplo. 


sábado, 10 de dezembro de 2016

Esta noite foi assim que aconteceu.

O Obama, o Papa e o Ministro da Educação vieram jantar cá a casa. Quem fez questão de nos vir visitar foi o Obama porque o meu marido lhe tinha dado umas dicas muito boas lá num fórum de automobilismo. Logo nessa altura o Obama disse que quando viesse a Portugal nos queria conhecer e agradecer pessoalmente as tais dicas. Coincidiu que o Papa também cá estava e o Ministro da Educação ligou a perguntar se também o podia trazer, que até era um favor que lhe fazíamos, que  assim matava dois coelhos com uma cajadada só, que lhe custava não jantar com qualquer um dos dois. "Ora essa, que venha também o Papa. Temos muito gosto em recebê-lo."
O jantar foi muito divertido. Mesmo muito. O Obama é um prato e o Papa revelou-se melhor que a encomenda, sempre com umas saídas bem sarcásticas e gargalhada pronta. O Ministro falou pouco mas riu-se muito do que nós dizíamos. O jantar terminou já a noite ia alta e só depois quando estava a tentar adormecer me lembrei que nem uma fotografia tinha tirado para ficar como recordação.

De manhã escrevi aqui um post a contar como tinha sido. E vós não acreditastes.

Não me mereceis é o que é.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Mas não seremos competentes em nada?


E o prémio do brinde de Natal mais parvo vai paraaaaa...

A Rituals e a sua luzinha de presença.


"É uma luzinha de presença que se liga com a lanterna do seu smartphone."

Perante a minha cara de "Hum..." a explicação continua.

"É para incentivar as pessoas a conviver mais e a passar menos tempo com o telemóvel, percebe?"

Não.
E continuo sem perceber.

E quando estamos quase quase em paz com aquilo que achamos serem alucinações...

Sempre que chego cedo ao trabalho, mal fecho a porta do gabinete começo a ouvir música. Clássica.

Abro a porta e deixo de ouvir. (Apenas o silêncio do espaço comum.) Vou fechando a porta e vou começando a ouvir. (Mas só se for de manhã cedo.)

Do gabinete contíguo ao meu não é. Certifico-me disso praticamente de todas as vezes. Por vários motivos custa-me muito, mesmo muito, a acreditar que venha do piso inferior, mas como estou no últmo piso...

Hoje tive uma reunião muito cedo e a verdade é que fiquei aliviada quando ouvi: "Oh... Está a ouvir?! De onde virá?" Estive para responder que achava que vinha do Céu. Mas, a bom tempo, calei-me.

Sim. De baixo. Só pode vir de baixo.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

Enfim... Paciência.

Sem paciência para gente estúpida. E de horizontes tolhidos. Sem paciência para gente coitadinha e incompetente. Para gente mal formada. E mal educada. Pré-histórica. Por opção. Sem paciência para gente preguiçosa, ociosa e cheia de azares. Sem paciência para merdas e merdinhas. Sem paciência para caganças. Sem paciência para egos inflados. Sem paciência para falsos sabedores. E falsos rebeldes. Sem paciência para poucochinhos. Sem paciência para arrogâncias. E ignorâncias. Sem paciência para malandrices e chico-espertices. Sem paciência para meias verdades. Sem paciência para aparências. Sem paciência para castelos de areia. Sem paciência para pequenas ditaduras. Sem paciência para importâncias ou umbiguismos. Sem paciência. Ando sem paciência. 

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

PAULO...

... para toda a OBRA.

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Pronto, era só mesmo isto.
Que tenhais uma noite descansada e um bom fim de semana. E depois uma boa semana. E depois um bom feriado. E um bom Natal. E assim sucessivamente. Se não nos virmos antes, claro.