terça-feira, 3 de novembro de 2015

Stranger than fiction...

'Human chimera': Man fails paternity test because genes in his saliva are different to those in sperm

Basicamente, basicamente, gerou um sobrinho!

Estou encantada com esta história...

17 comentários:

  1. É,...
    ...faz lembrar um episódio do House M.D.

    LOOOOOOOOOOL

    :)

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  2. Eu até para mim que aquela pessoa que não arruma a casa, que não tem paciência para os disparates dos filhos e que cozinha sempre a mesma coisa é a minha gêmea absorvida!!! Está explicado

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    1. Ahahahahahahahah "És um bocado esquizofrénica, não és?", " Não. Sou uma quimera." :DD

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    2. Isso!
      E onde se lê "eu até para mim" deveria ler-se "eu tenho para mim". Culpa da quimera que faz tudo à pressa!

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    3. Sim, sim. Eu reparei, mas assumi logo que a culpa fosse da outra. :D

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  3. Já foi storyline de um episódio do CSI...

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    1. Exacto... CSI, o pináculo da ficção travestida.

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  4. WOW! Que cena fascinante. :O

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  5. E as mulheres? É que dava-me jeito saber se a Mironinho é minha filha ou minha sobrinha (ainda que a minha mãe nunca tenha estado grávida de gémeos, que saiba).
    De todo o modo, o património genético ( e dna) dos gémeos, mesmo não sendo monozigoticos, há-de ser semelhante. O irmão não deve ter "chumbado" por muito.

    Depois de, há uns tempos, ter lido qualquer coisa sobre a possibilidade de uma mulher dar à luz um filho com material genético de um parceiro antigo (e não apenas do actual) deixa-me apreensiva (ainda assim confiante, fisicamente a miúda é uma fotocópia do pai e da tia).

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    1. Nas mulheres pode acontecer exactamente igual. Dois gémeos dizigóticos são tão semelhantes como dois irmãos "normais". Para cada marcador dois irmãos não partilham material genético com 25% de probabilidade. Chumba da mesma forma que chumbaria um avô. E é isto.
      Parceiro antigo... Só se for um antigo de 20 minutos ou assim.

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    2. Isso julgas tu. Dizia o estudo que a mulher tem a capacidade de "reter" adn de parceiros "de qualidade para reprodução". Daí a uns anos ficará grávida de um outro parceiro, mas o adn do parceiro antigo, o tal cheios qualidades, também lá vai. Diz que é aquilo do apuramento das espécies. Agora não encontro a artigo (devia ser do huffington post, que vale o que vale) que referia esse estudo, mas garanto-te que o li.

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    3. Se fosses minha amiga reviravas tudo até encontrares essa preciosidade para eu ver... (E me rir, claro.)

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    4. Não foi este o artigo que li, mas tenho ideia de que o estudo a que se refere é o mesmo.
      http://youproblema.blogspot.pt/2015/04/estudo-mostra-que-as-mulheres-carregam.html?m=1

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    5. Já tenho o estudo Mirone que deu origem à "notícia"...

      É este: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/16084184

      Oh God... Escreve-se tanta, tanta merda à custa de trabalho sério... Enfim... Mal tenha tempo venho cá.

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    6. Mironex, quase me esquecia disto. Isto tem a ver com o facto de algumas mulheres terem células (em quantidade residual, daí o "MICROchimerism") com o cromossoma Y. O espectável é essas células serem vestígios de gravidezes de filho. (Sabes aqueles testes de ADN que se fazem para saber o sexo de um feto? É assim que fazem... Tentam amplificar o cromossoma Y no sangue da mãe. Se amplificar é menino, se não amplificar é menina. É fácil e dá milhões. Mas não é barato.) Eles fizeram o estudo em 120 mulheres sem filhos homens. Algumas já tinham tido filhas, outras abortos espontâneos e induzidos e outras disseram não terem estado grávidas nem abortado. Nalgumas destas mulheres encontraram células masculinas, mesmo nos primeiro e último grupos. O que eles dizem é que estas células podem ter vindo de um gémeo homem "absorvido" pela mulher como o da notícia do post, de um aborto espontâneo não detectado (células do feto passam para o sangue da mãe), de um irmão mais velho tendo sido as células transferidas via circulação materna ou de relações sexuais. Mas isto são tudo teses aventadas que eles mesmo dizem que precisam de ser investigadas. Agora, tirando o caso de um irmão "absorvido" esse material genético não é transmitido à geração seguinte, "só" circula no sangue.

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