segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Ser-se poucocinho...


É perante a notícia linkada acima questionar por que raio há um grupo de investigação em Portugal que se dedica, entre outros, à investigação da progeria quando só há três casos diagnosticados no nosso país.

E eu fico...  Pronto... Assim com os braços ao dependuro e a fitar o horizonte!

20 comentários:

  1. Sei lá, porque não podemos olhar só para p nosso umbigo, porque apesar de haver apenas 3 casos em Portugal há mais no resto do mundo e se toda a gente pensar assim é só investigar doenças com maior incidência as raríssimas nunca terão cura/tratamento. Assim de repente parecem-me duas razões válidas. Mas com certeza que para cada razão válida que apoie esta decisão, outras tantas haverá que a critiquem.

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    1. Concordo 100% contigo... A ciência não pode conhecer fronteiras. Mas eu neste caso... Sabes mirone... Quando se investiga a cura para uma doença fazem-se muitas descobertas pelo caminho que podem ser aplicadas em muitas áreas ou outras doenças... E sabes que isto de estudar o envelhecimento... Podes descobrir autênticas minas de ouro, se o que descobrires for transladável para a prevenção do envelhecimento em pessoas saudáveis. Eu, que hoje acordei um bocado azeda, não sei se o fim será exclusivamente o tratamento de um doença raríssima ou se haverá outros interesses financeiros por trás... (Mas isto não tira mérito, obviamente, à investigação.)

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  2. Mas é um bocado como dizes, perante a incapacidade de perceber a necessidade de estudar uma doença rara é mesmo de ficar de olhar vazio a fitar o horizonte.

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    1. Há gente que é muito pucanina a pensar...

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  3. "só"? Nenhum deles é teu filho, ou sobrinho ou irmão, ou outro ente querido, certo?Se tivesses, suspeito que mudarias o teu ponto de vista. E depois, como é uma doença com poucos "clientes", aqui ou noutra parte do mundo, estas crianças nunca teriam a oportunidade de terem a esperança de alguém descobrir a cura, porque ninguém investigava a sua doença, não era?
    Já nasceste assim ou ficaste...? Depois admiram-se de comentários ofensivos.

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    1. Anónimo, não é nada comigo, desculpe intrometer-me, mas acho que o anónimo não percebeu o que a NMquis dizer. Ela disse que perante quem se questiona sobre a importância do estudo de uma doença rara fica prostrado a olhar o horizonte. É que realmente custa entender quem duvida da importância desses estudos.

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    2. Parece-me que não percebeu o post da NM... quem é poucochinho é que comenta a dizer "só" em comentários à notícia.

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    3. A vontade de dizer mal é tanta que nem se lê... (Muito obrigada mirone e anónima, eu não me teria dado ao trabalho...)

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    4. Nê n sejas assim. As pessoas aprenderam a q b+a é ba e a soletrar bola e cenas assim, já a compreensão dos textos é um passo mto mais à frente.
      Porém, em caso de dúvida, poderiam sp perguntar educadamente. Mas não, é mto mais giro insultar.

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    5. Anda tudo muito assanhado e a achar-se a ultima coca cola do deserto, é o que é...

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  4. Imagina o que diriam "lá fora" se não tivessemos...
    Não pode ser!
    (Ironia, claro)

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    1. Ahahahahahahahah valha-me o criador... :DDDDD

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  5. É pena é que em Portugal tenham que ser instituições americanas a suportar os nossos cientistas... mas sinceramente não compreendo como é que alguém pode criticar quem suporta investigação.

    "Só"... este só é tão desprovido de capacidade de se meter na pele dos outros que até dói. Claro que ter-se uma doença rara é coisa para não chamar muito à atenção de grandes farmacêuticas, por isso mesmo é importantíssimo que alguém se dedique a estas causa. Sejam eles quem forem. O que não dá grandes perspectivas de muito dinheiro a curto prazo por norma nunca é investigado.

    Mas esses "só"... e se o filho fosse nosso?

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    1. A crítica não era para quem suporta, a crítica era para quem estudava a progeria em PT (para se ganhar o financiamento já é preciso ter muito trabalho feito)...
      A questão da ciência é que, bom, é um "luxo" de primeiro mundo... Em alturas de crise todos os países cortam no mesmo: ciência e cultura.

      E a questão, como já disse lá em cima à mirone, é que (se tudo correr normalmente) o conhecimento que sairá nas diferentes fases desta investigação será aplicável a outras doenças... Pelo que não são "só" 3 crianças a usufruir destes avanços. (E sim, mesmo que fossem...)

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    2. Tendo a considerar que em ciência a nacionalidade é um pormenor. Os avanços e descobertas científicos que se fizerem beneficiarão toda a humanidade, pouco me "interessa" quem pagou o quê e em que proporção.

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    3. Sim isso é um facto Mirone.. foi mais um desabafo de quem vê muito desinvestimento e depois a galardoarem os cientistas portugueses nos telejornais mas dar-lhes condições para cá ficarem... "tá quieto".
      Não sei se concordo com a questão da crise tendo em conta que a investigação em PT há muitos anos que sofre deste mal, acho que é mesmo um problema cultural. É quase como a questão de se ir ver espetaculos e teatros e afins...muitas pessoas dizem que é da crise que não podem levar os filhos a ver mas muitos vão todos os dias tomar o pequeno almoço fora, fumam, vão aos cafés ao final do dia, etc... para isso nunca falta dinheiro.

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  6. Mesmo concordando com o post e com o comentário da Mirone: compreendo o comentário do anónimo. Tive que ler o post 3 vezes: o primeiro parágrafo que repare: é uma única frase leva a que não se entenda o seu sentido. Por favor, leia-o só a respirar / fazer pausas nas «suas» vírgulas. :-) não leve a mal o comentário. Como já disse, concordo com o que aqui foi dito.

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    1. Não levo nada a mal. A frase é continuação do título, como faço muitas vezes. Eu não percebo como é que o post pode ser interpretado de outra maneira, mas lá está eu tenho o cérebro formatado para o que queria dizer...
      Já passou. ;)

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  7. Eu atrever-me-ia a afirmar que é porque lhes pagam para isso...

    ...mas posso estar errado!

    (já te ocorreu que certos custos de investigação podem ser mais baratos aqui do que noutros lados, ou até, eventualmente, em algumas áreas termos melhores condições?)

    :)

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    1. (Claro! Não só me passou pela cabeça como tenha certeza que sim.)

      Mau... Estou a ver que também tu interpretaste precisamente ao.contrário aquilo que eu queria dizer. Snif snif... Ninguém me compreende!

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