terça-feira, 25 de março de 2014

Sabem aquela conversa das matemáticas e das humanidades?*

Lembram-se do problema da minha amiga e da filha que só queria fugir à matemática? E ai que preocupação, o que é que ela vai fazer da vida? 

Pronto, acho que hoje já lhe alegrei o dia via email. 

A Presidente pá, a miúda ainda há-de chegar a Presidente...




* Obrigada estimado homem por tão prodigiosa memória (selectiva! :D).

16 comentários:

  1. Mas tens dúvidas de que a maior parte do pessoal de humanidades só está lá por causa da matemática?

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    1. Oh pa... Mas isso é coisa para me custar muito a perceber... A sério... Como é que alguém condiciona o resto da vida por uma disciplina? Isso não faz sentido nenhum. Caramba, se não percebem, aplicam-se e passam a perceber! Se eu recebesse uma proposta espectacular de emprego no Japão, uma coisa que eu quisesse muito, não ia deixar de ir por não saber falar japonês. Se não sei falar japonês e preciso de saber, aprendo!

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    2. O japonês é difícil de aprender. E a matemática ainda é mais. E quem é que se quer aborrecer? Muito mais fácil ir para direito, de preferência na ual que não custa tanto...

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    3. Lá está... Sim, concedo que a matemática seja díficil se lhe "atacarem" tarde. O problema, e aí é que vem a questão cultural, é que se deixa arrastar a coisa. Ninguém chega ao 10º ano sem saber escrever (ou pelo menos ninguém se gaba disso), já sem saber o que é uma raiz quadrada...
      (E isso das universidades fáceis/dificeis... Um dia ainda escrevo sobre isso... Nalguns casos, o prémio do xico espertismo no seu melhor.)

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    4. Sejamos rigorosos Mais Picante, direito é um curso relativamente fácil, mesmo fora da ual, a não ser que se faça conta de manter os 18 e 19 do liceu (isso sim, parece-me impossível para a larguíssima maioria dos alunos).

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    5. Eu licenciei-me em Direito (FDUC) e não achei assim tão fácil. Mas também não tenho termo de comparação, não me licenciei em mais nada.

      E detestava matemática e queria estudar Direito desde os 15 anos. Acho que no meu caso, não obstante a coincidência (não gostar de matemática), até tive sorte com a história da vocação!

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    6. Sim, mas não é a isso que me refiro... Gostava de direito e não gostava de matemática. Não foi para um coisa para fugir de outra. Tudo óptimo então.

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  2. Deixa lá. Eu fugi às Ciências e Matemáticas e tenho-me safado.

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    1. Mas, escolheste o teu curso para fugir à matemática, ou por acaso (ou mais ou menos vá) o teu curso não tinha matemática. é que são coisas diferentes...

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    2. Oh anonima tenha lá paciência e deixe a S* em paz... Se quer encher a paciência a alguém encha a minha que eu terei todo gosto em ajudá-la a aliviar as tensões do quotidiano. (Ou senão respire para um saco, também parece que funciona.)

      Oh S*, um dia destes ainda me has-de explicar porque é que não te largam o pé... Macacos ma mordam se percebo...

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    3. Eu acho que é por um conjunto de razões: responde às provocações (às vezes, seria preciso ter sangue de barata para não o fazer!) e é... simples! Não vive rodeada de glamour e de festas in e outfits ainda mais in. É fácil atacar quando se sentem poderosos, tanto mais que na blogosfera podemos ser quem quisermos.

      Mas lá que cansa, cansa. Também já reparei que não a largam.

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    4. Pois eu cá, mesmo sem a conhecer, gosto muito dela.

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  3. Eu nunca fugi à Matemática, mas nunca fui um aluno brilhante. Durante toda a minha carreira de estudante, por exemplo, só acertei uma primitiva e foi quando interessava mesmo, numa oral. E trigonometria fugia sempre a sete pés disso. No exame nacional, ficou duas vezes a folha em branco, na primeira fase e na segunda.

    Na faculdade, fiz a cadeira em oral com 11 e as estatísticas foram corridas a 10 e 11, também. Nunca consegui entender a matéria mesmo e, sendo eu uma pessoa que para gostar da matéria tem que a entender, estás a ver a dificuldade. Aliás, Métodos de Previsão foi a ultima cadeira que eu fiz na minha licenciatura. E graças a Deus desde então nunca voltei a precisar disso...
    Daí compreender tão bem o "drama" da miúda!

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    1. Sim, mas uma coisa é não gostar, outra coisa é pensar todo um percurso profissional só com o objectivo de fintar a matemática. Isso é que não me faz sentido. Percebo que se escolha um curso com pouca componente matemática, agora pensar o futuro só com o sentido de se reduzir essa dificuldade a zero... Isso parece-me demais. E conseguiste fazer as cadeiras, não conseguiste? Provavelmente tiveste outras cadeiras sem matemática às quais tiveste 10 ou 11 e ninguém morreu!! :)

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